Um avião de pequeno porte caiu na noite desta quinta-feira (9) na zona rural de Bom Jesus do Galho, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. De acordo a Policia Militar (PM), três pessoas morreram carbonizadas no local, e duas ficaram gravemente feridas.
O avião levava uma equipe de repórteres da Legião da Boa Vontade (LBV) de São Paulo. Segundo a LBV, morreram uma repórter, um cinegrafista e um fotógrafo.
Estão gravemente feridos o piloto da aeronave e um passageiro que também é da legião. Os dois foram levados para o hospital de Caratinga, também no Vale do Rio Doce, segundo os bombeiros de Manhuaçu, na Zona da Mata, que fizeram o resgate.
A aeronave é um jatinho bimotor que iria de Vitória a Brasília. A primeira chamada recebida pela polícia foi às 19h45.
fonte: G1
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Porta cai de avião durante decolagem
Relatório divulgado pela Agência de Investigação de Acidentes Aéreos (AAIB) confirmou que a porta de um avião de passageiros caiu e danificou uma das asas da aeronave durante a decolagem, no aeroporto de Southampton, no Reino Unido, em abril deste ano.
O acidente, com o de Havilland Dash 8-400, prefixo G-JEDN, operado pela empresa áerea de baixo custo Flybe e fabricado pela canadense Bombardier e não deixou feridos entre os 40 passageiros a bordo.
O relatório disse que a porta não havia sido corretamente fechada.
Ainda em abril, o comandante fez uma inspeção na aeronave e informou que as portas estavam firmes.
O informe da AAIB também dizia que a equipe de degelo que trabalhou no avião antes da decolagem não encontrou nenhum problema nas portas.
Portas destravadas
Um piloto que estava em uma aeronave estacionada na pista viu a porta do avião ser jogada para cima.
Ele avisou sobre o acidente ao Controle de Tráfego Aéreo (ATC) do aeroporto, que passou a informação para a tripulação do voo.
A Agência de Investigação disse que antes de serrem informados pelo controle, os tripulantes do avião não pareciam saber de nada fora do normal.
Ao receber a notícia de que a porta e outros destroços do avião tinham sido encontrados na pista de pouso, o comandante decidiu retornar a Southampton, onde o avião pousou sem maiores problemas.
A porta havia danificado a ponta da asa direita do avião, e foi encontrada ao lado da pista. Duas das suas travas estavam completamente abertas e sujas de terra. Segundo o relatório da AAIB, isso indica que as portas 'já estavam abertas quando a porta caiu no chão'.
A investigação reliminar concluiu que as portas não haviam sido corretamente fechadas durante a manutenção do avião na noite anterior ao voo.
fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/
O acidente, com o de Havilland Dash 8-400, prefixo G-JEDN, operado pela empresa áerea de baixo custo Flybe e fabricado pela canadense Bombardier e não deixou feridos entre os 40 passageiros a bordo.
O relatório disse que a porta não havia sido corretamente fechada.
Ainda em abril, o comandante fez uma inspeção na aeronave e informou que as portas estavam firmes.
O informe da AAIB também dizia que a equipe de degelo que trabalhou no avião antes da decolagem não encontrou nenhum problema nas portas.
Portas destravadas
Um piloto que estava em uma aeronave estacionada na pista viu a porta do avião ser jogada para cima.
Ele avisou sobre o acidente ao Controle de Tráfego Aéreo (ATC) do aeroporto, que passou a informação para a tripulação do voo.
A Agência de Investigação disse que antes de serrem informados pelo controle, os tripulantes do avião não pareciam saber de nada fora do normal.
Ao receber a notícia de que a porta e outros destroços do avião tinham sido encontrados na pista de pouso, o comandante decidiu retornar a Southampton, onde o avião pousou sem maiores problemas.
A porta havia danificado a ponta da asa direita do avião, e foi encontrada ao lado da pista. Duas das suas travas estavam completamente abertas e sujas de terra. Segundo o relatório da AAIB, isso indica que as portas 'já estavam abertas quando a porta caiu no chão'.
A investigação reliminar concluiu que as portas não haviam sido corretamente fechadas durante a manutenção do avião na noite anterior ao voo.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Jobim fica; aeroportos terão secretaria
Seguindo mais uma "sugestão" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Nelson Jobim vai continuar no comando do Ministério da Defesa a partir do próximo dia 1.º de janeiro, quando a presidente eleita, Dilma Rousseff, assumir o governo.
Dilma também decidiu que vai mesmo criar uma secretaria só para cuidar da infraestrutura dos aeroportos e da aviação civil. Na tarde de ontem, Jobim confirmou aos membros do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) o projeto da presidente eleita.
A Secretaria Especial de Aviação Civil será ligada à Presidência da República e vai abrigar a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), a Secretaria de Aviação Civil (SAC) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A intenção é deixar essa secretaria fora da partilha político-partidária entre a base aliada. O Estado apurou que a criação da secretaria especial deve ser acompanhada da abertura do capital da Infraero, o que daria mais agilidade à empresa estatal e multiplicaria as fontes de investimentos em aeroportos.
Caças. Dilma e Jobim reuniram-se ontem por quase três horas, na Granja do Torto. Jobim levou à presidente eleita um dossiê completo sobre as propostas dos fabricantes que querem fornecer à FAB a nova geração de caças - Rafale (França), Gripen (Suécia) e F-18 (EUA). O assunto deve ser discutido, na próxima semana, com o presidente Lula.
No encontro de ontem, também ficou acertado que Jobim deve entregar a Dilma, "dentro de uns dois dias", uma posição sobre a manutenção ou escolha de novos comandantes das três Forças (Exército, Aeronáutica e Marinha). Hoje, o ministro se reúne com o Conselho Militar de Defesa.
Pelas avaliações de Lula e Dilma, apesar dos avanços institucionais no trabalho de fortalecimento da autoridade civil sobre os militares, o processo só será consolidado quando o Congresso aprovar todo o pacote da chamada Estratégia Nacional de Defesa - o que, na opinião deles, começou com Jobim e deve ser concluído com o ministro na pasta.
fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/
Dilma também decidiu que vai mesmo criar uma secretaria só para cuidar da infraestrutura dos aeroportos e da aviação civil. Na tarde de ontem, Jobim confirmou aos membros do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) o projeto da presidente eleita.
A Secretaria Especial de Aviação Civil será ligada à Presidência da República e vai abrigar a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), a Secretaria de Aviação Civil (SAC) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A intenção é deixar essa secretaria fora da partilha político-partidária entre a base aliada. O Estado apurou que a criação da secretaria especial deve ser acompanhada da abertura do capital da Infraero, o que daria mais agilidade à empresa estatal e multiplicaria as fontes de investimentos em aeroportos.
Caças. Dilma e Jobim reuniram-se ontem por quase três horas, na Granja do Torto. Jobim levou à presidente eleita um dossiê completo sobre as propostas dos fabricantes que querem fornecer à FAB a nova geração de caças - Rafale (França), Gripen (Suécia) e F-18 (EUA). O assunto deve ser discutido, na próxima semana, com o presidente Lula.
No encontro de ontem, também ficou acertado que Jobim deve entregar a Dilma, "dentro de uns dois dias", uma posição sobre a manutenção ou escolha de novos comandantes das três Forças (Exército, Aeronáutica e Marinha). Hoje, o ministro se reúne com o Conselho Militar de Defesa.
Pelas avaliações de Lula e Dilma, apesar dos avanços institucionais no trabalho de fortalecimento da autoridade civil sobre os militares, o processo só será consolidado quando o Congresso aprovar todo o pacote da chamada Estratégia Nacional de Defesa - o que, na opinião deles, começou com Jobim e deve ser concluído com o ministro na pasta.
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Anac: empresas têm tripulação suficiente para voos de dezembro
As seis maiores companhias aéreas têm tripulação suficiente para os voos programados para dezembro, incluindo fretamentos e charter, informou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta segunda-feira. A agência recebeu os dados de TAM, Gol, Azul, Webjet, Avianca e Trip e concluiu que a escala prevista para este mês cumpre a legislação, que determina uma carga horária limite para os tripulantes de 85 horas mensais e 230 horas trimestrais.
No caso da TAM, por exemplo, o número de horas que os comandantes que pilotam os modelos A319, A320 e A321podem voar este mês é de 47.870, quando a previsão de horas de voo para esses aviões é de 42.095. Na Gol, os pilotos que voam os Boeings 737-300, 737-700 e 737-800 podem voar até 44.526 horas no mês, para uma programação de 41.620 horas de voo.
A Anac informou ainda que, após auditoria feita no centro de operações da TAM, em São Paulo, concluiu que a companhia tinha tripulação suficiente para realizar todos os voos programados nas últimas semanas. A empresa registrou elevados índices de cancelamentos e atrasos no fim de novembro, o que levou a Anac a suspender a venda de bilhetes da TAM segunda-feira passada, retomada dois dias depois.
Segundo nota divulgada pela Anac, os atrasos e cancelamentos ocorreram devido a "problemas na alocação da escala de trabalho e de folga de seus funcionários".
Os inspetores também concluíram que "a necessidade de mudança na escala também foi agravada pelo deslocamento de tripulações em função das chuvas provocando atrasos e cancelamentos acima da média do setor no fim de novembro". A Anac informou qinda que divulgará a tabela de horas de voo na internet semanalmente.
fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/
No caso da TAM, por exemplo, o número de horas que os comandantes que pilotam os modelos A319, A320 e A321podem voar este mês é de 47.870, quando a previsão de horas de voo para esses aviões é de 42.095. Na Gol, os pilotos que voam os Boeings 737-300, 737-700 e 737-800 podem voar até 44.526 horas no mês, para uma programação de 41.620 horas de voo.
A Anac informou ainda que, após auditoria feita no centro de operações da TAM, em São Paulo, concluiu que a companhia tinha tripulação suficiente para realizar todos os voos programados nas últimas semanas. A empresa registrou elevados índices de cancelamentos e atrasos no fim de novembro, o que levou a Anac a suspender a venda de bilhetes da TAM segunda-feira passada, retomada dois dias depois.
Segundo nota divulgada pela Anac, os atrasos e cancelamentos ocorreram devido a "problemas na alocação da escala de trabalho e de folga de seus funcionários".
Os inspetores também concluíram que "a necessidade de mudança na escala também foi agravada pelo deslocamento de tripulações em função das chuvas provocando atrasos e cancelamentos acima da média do setor no fim de novembro". A Anac informou qinda que divulgará a tabela de horas de voo na internet semanalmente.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
ASSINE AVIÃO REVUE
REVISTA AVIÃO REVUE
Desde 1999, a Revista AVIÃO REVUE traz todas as novidades do mundo da aviação, com testes e detalhes de cada aeronave. Além disso, tudo sobre companhias aéreas brasileiras e internacionais, disputa entre fabricantes, aviação militar, regional, executiva e manutenção. Com jornalistas especializados, AVIÃO REVUE está sempre presente nos grandes eventos da aviação mundial, como Fidae (Chile), Farnborough (Inglaterra), Le Bourget (França), NBAA e Oshkosh (Estados Unidos).
Visite o site da revista: http://www.revistaaviaorevue.com.br/
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Avião causa apagão no nordeste de Portugal
O avião que assegura a carreira aérea Bragança-Lisboa colidiu com uma linha de distribuição de electricidade, deixando duas mil pessoas sem luz, mas sem qualquer consequência para a aeronave e ocupantes.
O incidente ocorreu na passada quinta-feira (2), cerca das 17:20 horas, quando o avião fazia manobras de aproximação à pista do aeródromo municipal de Bragança e tocou com a roda dianteira nos cabos de uma linha de distribuição de energia eléctrica, danificando-a.
Fonte do aeródromo municipal referiu que na altura estava a nevar e havia nevoeiro. “Quando a aeronave voava a baixa altitude, ao tentar voar mais alto terá tocado com a roda da frente na linha”, explicou. Ao que o Jornal Nordeste apurou, a situação não provocou qualquer tipo de danos ao aparelho, nem consequências aos passageiros, nomeadamente ao presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, que regressava à cidade naquele voo.
O autarca não quis prestar declarações, mas desdramatizou a situação, garantindo que o sistema de segurança do aeródromo municipal foi accionado de imediato e com eficácia. Na manhã seguinte, o avião fez a ligação com destino a Lisboa e escala em Vila Real, “com toda a normalidade”, acrescentou a fonte do aeródromo. A empresa responsável pela concessão da ligação aérea, a Aerovip, também não quis comentar o assunto.
Energia eléctrica foi restabelecida cerca de duas horas após o acidente
O acontecimento deixou dois mil clientes da EDP sem luz, confirmou Maria Antónia Fonseca, da EDP Distribuição. "A linha de distribuição de electricidade quebrou e 12 postos de transformação ficaram fora de serviço, o que provocou o corte de energia", explicou.
A energia eléctrica foi restabelecida cerca de duas horas depois, porque uma equipa da EDP encontrou como alternativa provisória a ligação a outra linha de distribuição. O problema foi solucionado definitivamente na manhã seguinte, assegurou a empresa. Na passada sexta-feira, este foi o tema do dia na aldeia de Baçal, onde os residentes estiveram sem energia eléctrica durante algum tempo.
fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/
O incidente ocorreu na passada quinta-feira (2), cerca das 17:20 horas, quando o avião fazia manobras de aproximação à pista do aeródromo municipal de Bragança e tocou com a roda dianteira nos cabos de uma linha de distribuição de energia eléctrica, danificando-a.
Fonte do aeródromo municipal referiu que na altura estava a nevar e havia nevoeiro. “Quando a aeronave voava a baixa altitude, ao tentar voar mais alto terá tocado com a roda da frente na linha”, explicou. Ao que o Jornal Nordeste apurou, a situação não provocou qualquer tipo de danos ao aparelho, nem consequências aos passageiros, nomeadamente ao presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, que regressava à cidade naquele voo.
O autarca não quis prestar declarações, mas desdramatizou a situação, garantindo que o sistema de segurança do aeródromo municipal foi accionado de imediato e com eficácia. Na manhã seguinte, o avião fez a ligação com destino a Lisboa e escala em Vila Real, “com toda a normalidade”, acrescentou a fonte do aeródromo. A empresa responsável pela concessão da ligação aérea, a Aerovip, também não quis comentar o assunto.
Energia eléctrica foi restabelecida cerca de duas horas após o acidente
O acontecimento deixou dois mil clientes da EDP sem luz, confirmou Maria Antónia Fonseca, da EDP Distribuição. "A linha de distribuição de electricidade quebrou e 12 postos de transformação ficaram fora de serviço, o que provocou o corte de energia", explicou.
A energia eléctrica foi restabelecida cerca de duas horas depois, porque uma equipa da EDP encontrou como alternativa provisória a ligação a outra linha de distribuição. O problema foi solucionado definitivamente na manhã seguinte, assegurou a empresa. Na passada sexta-feira, este foi o tema do dia na aldeia de Baçal, onde os residentes estiveram sem energia eléctrica durante algum tempo.
fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/
Falta de vagas em pátio limita voos em Viracopos
O número de posições de estacionamento do pátio de aeronaves do Aeroporto Internacional de Viracopos é insuficiente para o local operar em sua capacidade máxima de 31 voos por hora, entre pousos e decolagens — hoje, ela está limitada a 26 voos. O gargalo estrutural foi apontado por um relatório reservado do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que estudou as necessidades de adequação dos principais aeródromos do Brasil, observadas sob o ponto de vista do tráfego aéreo atual.
Viracopos se tornou um dos principais aeroportos do País e é estudado como alternativa para receber voos do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, que terão que ser desviados devido às obras de reforma e ampliação. Mas, de acordo com o relatório, no caso de Viracopos atuar como local para absorver 50% do movimento de Congonhas, haveria a necessidade de disponibilizar mais 26 posições de estacionamento, além das 11 existentes para aeronaves de grande porte e nove que têm espaço para atender, no máximo, o modelo 195 da Embraer, que tem capacidade para 122 passageiros. Mesmo que o aeroporto de Campinas abrisse as vagas extras, ainda seria necessária a construção de duas saídas rápidas nas cabeceiras da pista.
O engenheiro especialista em infraestrutura aeroportuária e ex-superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Viracopos, Mozart Mascarenhas Alemão, disse que um projeto realizado em Viracopos, em 2007, deveria atender à demanda em até sete anos, mas com a chegada da Azul Linhas Aéreas, o local já está saturado em menos de dois anos. A previsão é de 5 milhões de pessoas passando pelo terminal de passageiros, que suporta 2 milhões. Segundo Alemão, o pátio de aviões foi projetado junto com o terminal e está defasado.
Segundo a Infraero, na primeira fase da ampliação de Viracopos, com a construção do novo terminal de passageiros e o pátio de aeronaves, está previsto um investimento de R$ 689,6 milhões, com conclusão em novembro de 2013. O Plano Diretor de Viracopos prevê uma ampliação do pátio para uma área de 185.500 m quadrados, com 35 posições de estacionamento, para até 2015, e uma ampliação para 470.450 m quadrados com 66 vagas, até 2025.
Viracopos se tornou um dos principais aeroportos do País e é estudado como alternativa para receber voos do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, que terão que ser desviados devido às obras de reforma e ampliação. Mas, de acordo com o relatório, no caso de Viracopos atuar como local para absorver 50% do movimento de Congonhas, haveria a necessidade de disponibilizar mais 26 posições de estacionamento, além das 11 existentes para aeronaves de grande porte e nove que têm espaço para atender, no máximo, o modelo 195 da Embraer, que tem capacidade para 122 passageiros. Mesmo que o aeroporto de Campinas abrisse as vagas extras, ainda seria necessária a construção de duas saídas rápidas nas cabeceiras da pista.
O engenheiro especialista em infraestrutura aeroportuária e ex-superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Viracopos, Mozart Mascarenhas Alemão, disse que um projeto realizado em Viracopos, em 2007, deveria atender à demanda em até sete anos, mas com a chegada da Azul Linhas Aéreas, o local já está saturado em menos de dois anos. A previsão é de 5 milhões de pessoas passando pelo terminal de passageiros, que suporta 2 milhões. Segundo Alemão, o pátio de aviões foi projetado junto com o terminal e está defasado.
Segundo a Infraero, na primeira fase da ampliação de Viracopos, com a construção do novo terminal de passageiros e o pátio de aeronaves, está previsto um investimento de R$ 689,6 milhões, com conclusão em novembro de 2013. O Plano Diretor de Viracopos prevê uma ampliação do pátio para uma área de 185.500 m quadrados, com 35 posições de estacionamento, para até 2015, e uma ampliação para 470.450 m quadrados com 66 vagas, até 2025.
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