| 26/01/2011 |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Senadores extrapolaram gastos mensais com passagens aéreas em 2010
Ao menos 20 senadores extrapolaram a cota do transporte aéreo mensal em 2010, devido à possibilidade de acúmulo dos créditos não utilizados pelos parlamentares de um mês para outro. Segundo levantamento feito pelo Congresso em Foco no Portal da Transparência do Senado, em 47 oportunidades no período de janeiro a outubro do ano passado foram gastos R$ 4,8 milhões com o benefício. Os senadores que mais se valeram da verba foram Valdir Raupp (PMDB-RO), Fátima Cleide (PT-RO) e Heráclito Fortes (DEM-PI), de forma que cada um deles extrapolou a cota mensal cinco vezes. O presidente interino do PMDB gastou R$ 173 mil nos dez primeiros meses de 2010; a petista, R$ 163 mil; e o piauiense, que é o primeiro-secretário do Senado, R$ 150 mil. Por terem usado menos em outros meses, nenhum deles extrapolou a cota anual a que têm direito.
Pelas regras do Senado, cada parlamentar tem direito ao equivalente a cinco trechos de ida e volta entre a capital de seu estado e Brasília. O valor mensal da verba varia de estado para estado: de R$ 6 mil, para senadores de Goiás e do Distrito Federal, a R$ 28,7 mil, para senadores do Amapá, por exemplo. Com o acúmulo de crédito, proibido apenas em relação ao ano corrente e o seguinte, o limite anual vai de R$ 72 mil a R$ 334,2 mil.
A Casa não divulga como cada senador usa a cota, pois não há informações sobre os nomes dos passageiros nem dos trechos voados pagos com dinheiro público. De janeiro até o último mês cuja consulta está disponível, outubro, nove senadores gastaram mais de R$ 100 mil em passagens, de acordo com o levantamento. O período em que houve mais gastos acima do limite foi julho: nove senadores ultrapassaram o limite mensal naquele mês, quando o Senado realizou apenas quatro sessões deliberativas e saiu de recesso no dia 20. Naquele mês, a Casa gastou R$ 590,7 mil com as passagens dos senadores, terceiro maior volume do ano.
Os senadores também podem usar outro recurso público, a chamada verba indenizatória, para custear despesas de locomoção. Nesse caso, podem pedir ressarcimento de despesas com transporte terrestre ou aéreo, por exemplo. Entre os 80 parlamentares cujas prestações de contas estão disponíveis no Portal da Transparência do Senado, o parlamentar que menos recorreu à verba entre os 80 foi o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Há registro de uso de apenas R$ 977,24, num único mês: agosto. Pelo cargo que ocupa, Sarney tem direito a voar em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O Senado não soube informar se todas as demais viagens de Sarney no período foram feitas em avião oficial.
De acordo com informações oficiais do Senado, a Casa gastou R$ 5,69 milhões com passagens dos senadores em 2010. O valor representa uma redução de 39% se comparados com os R$ 9,35 milhões anunciados em 2009, qaundo vieram à tona o uso indiscriminado de cotas de passagens aéreas parlamentares e o comércio de créditos em mercado paralelo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu as investigações sobre a denominada "farra das passagens", mas ainda não houve conclusão. Já na Câmara, não foram encontrados indícios contra deputados acusados de vender bilhetes que sobravam e o uso comprovado para fins particulares foi perdoado e pelo menos 19 funcionários foram demitidos na Casa.
fonte: Estado de Minas via http://desastresaereosnews.blogspot.com/
Pelas regras do Senado, cada parlamentar tem direito ao equivalente a cinco trechos de ida e volta entre a capital de seu estado e Brasília. O valor mensal da verba varia de estado para estado: de R$ 6 mil, para senadores de Goiás e do Distrito Federal, a R$ 28,7 mil, para senadores do Amapá, por exemplo. Com o acúmulo de crédito, proibido apenas em relação ao ano corrente e o seguinte, o limite anual vai de R$ 72 mil a R$ 334,2 mil.
A Casa não divulga como cada senador usa a cota, pois não há informações sobre os nomes dos passageiros nem dos trechos voados pagos com dinheiro público. De janeiro até o último mês cuja consulta está disponível, outubro, nove senadores gastaram mais de R$ 100 mil em passagens, de acordo com o levantamento. O período em que houve mais gastos acima do limite foi julho: nove senadores ultrapassaram o limite mensal naquele mês, quando o Senado realizou apenas quatro sessões deliberativas e saiu de recesso no dia 20. Naquele mês, a Casa gastou R$ 590,7 mil com as passagens dos senadores, terceiro maior volume do ano.
Os senadores também podem usar outro recurso público, a chamada verba indenizatória, para custear despesas de locomoção. Nesse caso, podem pedir ressarcimento de despesas com transporte terrestre ou aéreo, por exemplo. Entre os 80 parlamentares cujas prestações de contas estão disponíveis no Portal da Transparência do Senado, o parlamentar que menos recorreu à verba entre os 80 foi o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Há registro de uso de apenas R$ 977,24, num único mês: agosto. Pelo cargo que ocupa, Sarney tem direito a voar em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O Senado não soube informar se todas as demais viagens de Sarney no período foram feitas em avião oficial.
De acordo com informações oficiais do Senado, a Casa gastou R$ 5,69 milhões com passagens dos senadores em 2010. O valor representa uma redução de 39% se comparados com os R$ 9,35 milhões anunciados em 2009, qaundo vieram à tona o uso indiscriminado de cotas de passagens aéreas parlamentares e o comércio de créditos em mercado paralelo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu as investigações sobre a denominada "farra das passagens", mas ainda não houve conclusão. Já na Câmara, não foram encontrados indícios contra deputados acusados de vender bilhetes que sobravam e o uso comprovado para fins particulares foi perdoado e pelo menos 19 funcionários foram demitidos na Casa.
fonte: Estado de Minas via http://desastresaereosnews.blogspot.com/
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Pneu furado em pouso de avião da Gol fecha aeroporto no RS
Pista do Salgado Filho fica interditada por quase 20 minutos
A pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho ficou interditada durante 16 minutos na manhã desta segunda-feira. Informações preliminares da Infraero, indicavam que o voo 7465 Gol, procedente de Córdoba (Argentina) aterrissou às 7h32min e, durante o procedimento, o pneu traseiro furou.
A companhia e a Infraero acionaram o plano de emergência para desobstruir a pista, que foi liberada novamente às 7h48min.
Segundo a Infraero, o avião foi rebocado e a interrupção não ocasionou atrasos nos outros voos. Assim que a pista foi liberada a companhia promoveu o desembarque dos passageiros.
Em nota, porém, a Gol esclareceu que o voo pousou normalmente e que foi durante durante o taxiamento na pista "que um dos pneus do trem de pouso murchou, devido a uma expansão térmica". Ainda segundo o comunicado, o comandante notificou a companhia e solicitou um reboque. Os 179 passageiros desembarcaram tranquilamente
fonte: Zero Hora via http://desastresaereosnews.blogspot.com/
A pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho ficou interditada durante 16 minutos na manhã desta segunda-feira. Informações preliminares da Infraero, indicavam que o voo 7465 Gol, procedente de Córdoba (Argentina) aterrissou às 7h32min e, durante o procedimento, o pneu traseiro furou.
A companhia e a Infraero acionaram o plano de emergência para desobstruir a pista, que foi liberada novamente às 7h48min.
Segundo a Infraero, o avião foi rebocado e a interrupção não ocasionou atrasos nos outros voos. Assim que a pista foi liberada a companhia promoveu o desembarque dos passageiros.
Em nota, porém, a Gol esclareceu que o voo pousou normalmente e que foi durante durante o taxiamento na pista "que um dos pneus do trem de pouso murchou, devido a uma expansão térmica". Ainda segundo o comunicado, o comandante notificou a companhia e solicitou um reboque. Os 179 passageiros desembarcaram tranquilamente
fonte: Zero Hora via http://desastresaereosnews.blogspot.com/
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Helicóptero do Exército sofre acidente em Nova Friburgo
Militares investigam se aeronave caiu ou precisou fazer um pouso forçado; nenhum tripulante morreu
Helicóptero do Exército sofreu um acidente por volta do meio-dia desta quinta-feira (20), em Nova Friburgo. Militares investigam se a aeronave caiu ou precisou fazer um pouso forçado em Campo do Coelho, na zona rural. A aeronave parou sobre uma montanha de esterco, o que teria ajudado a amortecer a queda.
Não houve vítimas fatais. As primeiras informações dão conta de que dois tripulantes ficaram levemente feridos.Três militares e dois agentes da Cruz Vermelha estavam a bordo da aeronave. Eles levavam mantimentos para as vítimas das chuvas que devastaram a Região Serrana. Os feridos foram encaminhados para hospitais de Friburgo.
Segundo relatos de testemunhas, o acidente aconteceu foi volta das 12h30, quando o helicóptero se preparava para pousar. Embora tenha perdido o controle da aeronave, o piloto conseguiu fazer uma aterrissagem forçada. O comandante da 1ª Divisão do Exército, general Ferreira, destacou uma equipe para investigar o problema.
Não houve vítimas fatais. As primeiras informações dão conta de que dois tripulantes ficaram levemente feridos.Três militares e dois agentes da Cruz Vermelha estavam a bordo da aeronave. Eles levavam mantimentos para as vítimas das chuvas que devastaram a Região Serrana. Os feridos foram encaminhados para hospitais de Friburgo.
Segundo relatos de testemunhas, o acidente aconteceu foi volta das 12h30, quando o helicóptero se preparava para pousar. Embora tenha perdido o controle da aeronave, o piloto conseguiu fazer uma aterrissagem forçada. O comandante da 1ª Divisão do Exército, general Ferreira, destacou uma equipe para investigar o problema.
fonte: Flávia Salme (iG) - Foto: Marcelo Piu (Agência O Globo) via http://desastresaereosnews.blogspot.com/
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Avião da Qantas com destino a Nova York pousa em Fiji após problemas no motor
375 passageiros do voo passaram a noite em um hotel perto do aeroporto de Nadi
O avião Boeing 747-438, prefixo VH-OJA, da Qantas, que saíra de Sydney com destino a Nova York (voo QF-107), teve que aterrissar em Fiji após um de seus motores (nº 4 - RB211)ter apresentado problemas técnicos, informou a companhia aérea australiana nesta quarta-feira (19).
Os 375 passageiros do voo pernoitaram em um hotel perto do aeroporto de Nadi, em Suva, e na manhã desta quarta-feira enfim partiram rumo aos Estados Unidos.
Aparentemente, o problema foi um defeito na válvula de combustível derivado do petróleo que abastece um dos motores, e a Qantas assegurou que a aterrissagem de emergência foi realizada apenas por precaução.
O caso acontece dias depois que outra aeronave Boeing 747-700 da companhia aérea australiana sofreu uma pequena explosão em pleno voo.
Várias testemunhas assinalaram que viram fumaça saindo do motor, que segundo o comandante havia superaquecido.
A investigação inicial da Qantas determinou que a explosão foi causada por um defeito nas hélices da turbina, e o avião continuou seu voo até Los Angeles sem mais incidentes.
Em novembro, um Airbus A380 da companhia aérea australiana que tinha Sydney como destino precisou retornar ao aeroporto de Cingapura ao sofrer uma explosão após um problema em um dos motores, fabricados pela britânica Rolls-Royce.
fontes: EFE via Estadão / Aviation Herald - Foto: fijitimes.com via http://desastresaereosnews.blogspot.com
O avião Boeing 747-438, prefixo VH-OJA, da Qantas, que saíra de Sydney com destino a Nova York (voo QF-107), teve que aterrissar em Fiji após um de seus motores (nº 4 - RB211)ter apresentado problemas técnicos, informou a companhia aérea australiana nesta quarta-feira (19).
Os 375 passageiros do voo pernoitaram em um hotel perto do aeroporto de Nadi, em Suva, e na manhã desta quarta-feira enfim partiram rumo aos Estados Unidos.
Aparentemente, o problema foi um defeito na válvula de combustível derivado do petróleo que abastece um dos motores, e a Qantas assegurou que a aterrissagem de emergência foi realizada apenas por precaução.
O caso acontece dias depois que outra aeronave Boeing 747-700 da companhia aérea australiana sofreu uma pequena explosão em pleno voo.
Várias testemunhas assinalaram que viram fumaça saindo do motor, que segundo o comandante havia superaquecido.
A investigação inicial da Qantas determinou que a explosão foi causada por um defeito nas hélices da turbina, e o avião continuou seu voo até Los Angeles sem mais incidentes.
Em novembro, um Airbus A380 da companhia aérea australiana que tinha Sydney como destino precisou retornar ao aeroporto de Cingapura ao sofrer uma explosão após um problema em um dos motores, fabricados pela britânica Rolls-Royce.
fontes: EFE via Estadão / Aviation Herald - Foto: fijitimes.com via http://desastresaereosnews.blogspot.com
Israel vai vender aviões teleguiados ao Brasil
Os aviões sem piloto (drones) Hermes 450 serão entregues pela filial brasileira da Elbit Systems Aeroeletrônica Ltd, indicou a empresa em um comunicado.
A Elbit não informou o número de aviões teleguiados que serão vendidos, nem o montante do contrato.
A empresa está "orgulhosa de ter sido eleita pela Força Aérea brasileira, o que atesta a qualidade de nossos aviões teleguiados", declarou o presidente da Elbit, Joseph Ackerman.
Segundo ele, o Hermes, um avião teleguiado de tamanho médio, é utilizado em 20 países.
Israel é o primeiro exportador mundial de aviões teleguiados.
fonte: AFP - Foto: Divulgação via Cavok.com.br via http://desastresaereosnews.blogspot.com
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