quinta-feira, 2 de junho de 2011

Passageiros ficam retidos por quatro horas em avião da TAM no aeroporto do Galeão



Passageiros de um voo da TAM que vinha de Miami, nos Estados Unidos, com destino à São Paulo, tiveram que esperar quatro horas na pista do Aeroporto Internacional Tom Jobim na manhã desta quarta-feira (1º).

O voo partiu na noite desta terça, mas teve que ser desviado para o Galeão, no Rio, por causa do mau tempo na capital paulista, segundo informou a TAM.

Os passageiros teriam ficado retidos dentro da aeronave entre 5h e 9h, sem informações sobre o que estava acontecendo, até serem levados para o saguão do aeroporto.

Com a reabertura do aeroporto de Guarulhos, o novo embarque para São Paulo aconteceu às 9h20.

Em nota, a TAM informou alguns voos foram desviados para os aeroportos do Galeão no Rio e de Confins, em Belo Horizonte, por causa do mau tempo.

Segundo a empresa, para não superlotar as salas de embarque desses aeroportos e permitir um maior número de conexões, os passageiros tiveram que aguardar a autorização para a nova decolagem.

fonte: R7

Imagens de segurança desvendam falsa tentativa de furto de avião em MS

Depois de ter acesso às imagens do circuito interno de segurança do aeroporto Aeroching, em Campo Grande, a Polícia Civil descartou a hipótese de tentativa do furto do avião Cessna 172, que foi encontrado batido em uma cerca do aeroporto. Em entrevista ao G1, o delegado que investiga o caso, Wellington de Oliveira, informou que as investigações indicam que o acidente foi causado por um funcionário do aeroporto.

A aeronave foi encontrada batida no final da tarde do último domingo (29). Um piloto que estava sobrevoando o aeroporto viu a o avião e resolveu pousar para ver o que tinha acontecido. O boletim de ocorrência do caso foi registrado como tentativa de furto.

Segundo o delegado, provavelmente o funcionário ficou com medo de falar a verdade para o proprietário do avião e deixou o caso se passar por uma tentativa de furto.

“A sequência de imagens mostra o avião correndo na pista, depois ele cai em um pequeno barranco e bate na cerca. Provavelmente a pessoa não sabia pilotar”, afirma o delegado.

Segundo Oliveira, o proprietário do avião disse que não tinha seguro da aeronave e o prejuízo com a colisão da aeronave deve chegar aos R$ 50 mil.

O delegado disse ainda que se as investigações realmente comprovarem que o acidente foi causado por um funcionário, que ele vai responder pelo crime de dano.

O proprietário do avião, que não quis ter o seu nome divulgado, informou que nunca tinha acontecido isso com o seu avião no aeroporto Aeroching.

fonte: Tatiane Queiroz (G1) - Foto: Divulgação/Polícia Civil

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02/06/2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Câmara vota nesta quarta-feira novas regras para empresas aéreas

Texto altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e permite mais capital estrangeiro nas companhias e mais direitos aos passageiros.

As novas regras para a aviação civil serão votadas nesta quarta-feira em sessão extraordinária da Câmara. O texto, que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica, propõe um aumento no limite de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras e reforça as obrigações das empresas no atendimento dos passageiros.

Hoje, os estrangeiros podem ser donos de apenas 20% das ações com direito a voto das empresas aéreas brasileiras. Se o novo texto for aprovado, esse limite aumentará para 49%. A mudança deve viabilizar negócios bilionários no setor, envolvendo fusões de empresas brasileiras com estrangeiras.

O novo texto também amplia os direitos dos passageiros em relação aos atrasos de voos. Pelo Código atual, os clientes só podem exigir o reembolso integral da passagem após um atraso superior a quatro horas.

Se a nova regra for aprovada, as companhias serão obrigadas a oferecer aos clientes refeições, cartões telefônicos e acesso à internet após duas horas de atraso. Se a espera para embarcar superar três horas, os passageiros poderão solicitar o reembolso integral do bilhete ou a transferência do voo para a data mais conveniente.

A proposta também estabelece multas máximas para passageiros que desistirem da passagem, regra inexistente no Código atual. Os clientes que desistirem do voo com pelo menos sete dias de antecedência poderão ser multados em até 5% do valor da passagem. Para os demais casos, a multa é de 10%.

Trâmite da proposta

A mudança na legislação do setor aéreo foi proposta inicialmente por meio de um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso desde dezembro de 2009. Em 19 de abril, o governo mudou de estratégia e fez uma emenda na MP 527/11, que já estava em tramitação, na qual incluiu o aumento do limite de capital estrangeiro no texto. A medida provisória é a mesma que cria a Secretaria de Aviação Civil e o Fundo Nacional de Aviação Civil.

Depois de passar pela Câmara, a medida será votada no Senado. Os deputados e senadores podem sugerir alterações em algum ponto do texto. Se isso acontecer, o novo texto deverá ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff em até 15 dias após a votação do Senado.



fonte: http://pousadadacmradanielecarreiro.blogspot.com/

Gol terá Boeing com Sky Interior

A Gol e a Boeing anunciaram nesta última segunda-feira (31/05) o contrato para o primeiro 737-800 NG, configurado com o novo Sky Interior. Dessa forma, a companhia será a primeira do Brasil a receber um jato com essa opção.
Trata-se de um design inovador no interior da aeronave, que garante proporcionar uma experiência de voo muito mais proveitosa, por seu padrão de janelas e cabines mais abertas. A novidade também oferece bagageiros mais amplos e ágeis na remoção e inclusão de bagagens.


fonte: http://aviaorevue.terra.com.br

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01/06/2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Irã retém avião de Angela Merkel no ar por duas horas

Airbus A340 não teria autorização do Irã para atravessar seu espaço aéreo.

Aeronave quase aterrissou na Turquia para reabastecer, segundo agências.

As autoridades iranianas retiveram no ar durante duas horas, na madrugada desta terça-feira (31), o avião oficial da chanceler alemã, Angela Merkel, que se dirigia à Índia para uma viagem oficial, informam as agências internacionais de notícias.

O Airbus A340 da chanceler alemã foi obrigado a retornar e a sobrevoar o espaço aéreo da Turquia até receber a permissão para atravessar o território do Irã, informou Steffen Seibert, porta-voz oficial do governo da Alemanha.

“Até agora, nunca acontecera um incidente assim”, disse Seibert, que comentou que foi preciso uma hora de intensas negociações por parte do Ministério das Relações Exteriores alemão, com a mediação da Turquia, para que Teerã autorizasse o avião de Merkel a atravessar o espaço aéreo iraniano.

O porta-voz acrescentou que antes do início da viagem as autoridades alemãs haviam solicitado todas as permissões pertinentes para que o avião realizasse seu voo com normalidade, algo que, aparentemente, negam as autoridades do Irã.

O avião de Merkel recebeu a autorização no último momento, já que, caso contrário, seria obrigado a fazer uma escala forçada na Turquia para reabastecer.

Um segundo avião oficial alemão que transportava o restante da delegação alemã que participará da primeira cúpula entre Índia e Alemanha cruzou o espaço aéreo do Irã sem problemas.

O avião da chefe do governo alemão, batizado como “Konrad Adenauer” em homenagem ao primeiro chanceler federal, cobria seu primeiro voo após ser reformado nas oficinas da companhia alemã Lufthansa em Hamburgo.

A chanceler alemã se reunirá a partir desta terça com as autoridades indianas para tratar fundamentalmente de política energética, econômica e financeira.

Merkel fará ainda propaganda do avião de combate europeu construído conjuntamente por Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha e Itália, já que as forças aéreas indianas estão interessadas na compra de 126 aeronaves.

fonte: Do G1, com as agências EFE e Reuters - Foto: Saurabh Das/AP Photo

Após dois anos, incógnitas ainda marcam investigações do AF 447

O aniversário de dois anos do acidente com o voo 447 da Air France, que caiu no Atlântico quando fazia a rota Rio-Paris, é marcado por avanços nas investigações técnicas, embora ainda existam várias incógnitas, assim como pela expectativa dos familiares em relação à identificação das vítimas resgatadas neste mês.

'Há dois anos, não tínhamos nenhuma informação precisa. Nesses dois últimos meses, localizamos as caixas-pretas e dispomos agora de todos os elementos para compreender o que ocorreu', afirma Alain Bouillard, do Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês), investigador-chefe do acidente com o voo AF 447.

O avião decolou às 22h29 GMT (19h30 no horário de Brasília) do dia 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo e caiu pouco menos de quatro horas depois a cerca de 1,1 mil Km da costa brasileira.

Pela primeira vez desde a catástrofe, o BEA confirmou, na última sexta-feira, que a pane nas sondas de velocidade do Airbus foi o ponto de partida de uma série de eventos que levaram ao acidente.

'Se o problema nas sondas não tivesse ocorrido, não teria havido o acidente', declarou em entrevista à BBC Brasil na última sexta-feira o diretor do BEA, Jean-Paul Troadec.

As famílias, no entanto, deverão aguardar até o final de julho, quando será divulgado um relatório intermediário, para saber as primeiras conclusões sobre as causas do acidente. Os resultados definitivos das investigações só serão anunciados no próximo ano.

Sondas

Por enquanto, sabe-se que a pane nos sensores de velocidade comprometeu a ação dos pilotos e pode ter induzido a erros de pilotagem.

Especialistas ouvidos pela BBC Brasil sugerem que o BEA estaria dando destaque para eventuais falhas dos pilotos após o incidente com as sondas - declarando que em casos semelhantes a tripulação havia conseguido recuperar o avião - porque isso seria uma forma de reduzir as indenizações a serem pagas às famílias.

Em razão do provável congelamento em alta altitude, as sondas Pitot passaram a enviar informações contraditórias sobre a velocidade do avião aos computadores de bordo, o que acarretou o desligamento do piloto automático.

O avião passou, então, a ser comandado manualmente, sem os sistemas eletrônicos de proteção ligados à pilotagem automática.

O Airbus sofreu uma perda de sustentação, causada pela baixa velocidade da aeronave antes da queda, e despencou em 3 minutos e meio a uma velocidade de 200 Km/hora, segundo o BEA.

Sem fôlego ladeira acima

Após a divulgação das circunstâncias do acidente, na sexta-feira, surgiram questionamentos sobre a decisão da tripulação de levantar o nariz do avião para ganhar altitude depois que os alarmes de perda da sustentação dispararam.

O ato foi comparado a subir uma ladeira correndo no momento em que se está sem fôlego.

O procedimento adequado seria o oposto: baixar o nariz do avião para ganhar velocidade com a descida e recuperar assim a força de sustentação da aeronave.

'Se os pilotos decidiram levantar o nariz é porque a velocidade indicada, que curiosamente o BEA não revela no comunicado, estaria superestimada. Os pilotos agiram mal porque não tinham os instrumentos em funcionamento', disse à BBC Brasil Gérard Arnoux, co-autor de uma investigação paralela sobre as causas do acidente com o voo AF 447 e piloto de aviões Airbus.

Segundo Arnoux, o Airbus se tornou 'irrecuperável' porque o chamado 'plano horizontal regulável' (ângulo formado entre a asa traseira e o vento) passou de 3° para 13° em apenas um minuto e permaneceu assim até o final do voo, comandado pelos computadores de bordo, que se basearam em dados falsos de velocidade.

'Há o risco de ultrapassar um certo ângulo de incidência, como admite a própria Airbus. Não dá mais para recuperar o avião. É um problema de aerodinâmica do Airbus, que permaneceu com a asa traseira empinada, levantando a aeronave', afirma.

Além de aguardar novos dados sobre as investigações, os parentes das vítimas também esperam a futura identificação dos 77 corpos resgatados nos últimos dias, que será realizada na França.

As operações de resgate devem ser encerradas até o dia 1° de junho.

fonte: BBC via G1

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31/05/2011